Serviços · No telão
Apresentações corporativas
A DUSAMP não faz apenas design de slides.
A gente entra na estratégia, na mensagem central, na narrativa e na preparação de quem vai falar. O deck é a última etapa, não a primeira.
O que entra
Podemos criar, adaptar e acompanhar.
- Estratégia e mensagem central
- Narrativa e arco da apresentação
- Roteiro e script de fala
- Deck e direção visual
- Conteúdo para telão
- Vídeos e vinhetas
- Ensaio do executivo
- PowerPoint antigo
- Apresentação técnica
- Relatório cheio de número
- Deck institucional
- Apresentação comercial
- Treinamento em formato de aula
- Keynote de liderança
- Conteúdo de convenção
- Ensaio do porta-voz
- Preparação executiva
- Direção de palco
- Operação de telão
- Gravação do evento
- Transmissão ao vivo
- Desdobramentos depois
Situações
Quando essa página é a resposta.
O que você recebe
Entregáveis nomeados.
O que precisamos de você
Para começar bem.
Combina com
Nenhum formato trabalha sozinho.
- Vídeo de abertura, para colocar a plateia no clima antes da fala.
- Transmissão ao vivo, para unidades que não podem viajar.
- Trilha online, para transformar a apresentação em conteúdo permanente.
- Campanha interna, para sustentar a mensagem nas semanas seguintes.
Demonstração de formato
Antes e depois de uma apresentação de convenção.
O exemplo abaixo é uma demonstração construída para ilustrar o método. Não é um projeto realizado nem um cliente real. Casos identificados serão publicados conforme autorização de cada empresa.
- 62 slides para 40 minutos de fala
- Abertura com organograma e histórico da área
- Cinco gráficos por tela, sem indicar o que olhar
- A meta do ano aparece no slide 48
- Texto integral escrito no slide, lido em voz alta
- Encerramento em “obrigado” e perguntas
O conteúdo está correto. O problema é que a plateia não sabe onde prestar atenção, e a mensagem que deveria ficar chega quando já perdeu a sala.
- 18 slides, mais um roteiro de fala à parte
- Abertura pela tensão real do ano, não pela estrutura
- Um número por tela, com a leitura dita em voz alta
- A meta aparece no terceiro minuto e volta no fim
- Slide vira apoio visual, a fala carrega o argumento
- Encerramento com o pedido concreto para cada área
O conteúdo é o mesmo. Mudou a ordem, o peso de cada informação e quem carrega o argumento.
O que entra além do arquivo: roteiro de fala, ensaio com quem vai apresentar, versão para telão quando o evento pede, e orientação de onde pausar, onde subir o tom e onde deixar o silêncio trabalhar.
Este caminho vale tanto para adaptar um deck existente quanto para criar do zero. Na adaptação, o material que você já tem é o ponto de partida, não descarte.
Por onde você entra
Três pontos de partida.
A gente reconstrói a narrativa, corta o excesso e prepara quem apresenta. O arquivo volta melhor, não do zero.
Você traz os dados e o objetivo. A gente encontra o fio condutor e monta o roteiro.
Nada pronto além do evento marcado. A gente começa pela mensagem central.
O que não fazemos: apresentação sem acesso a quem vai falar, e deck para ser lido em voz alta sem preparação.
Próximo passo
Traga o deck que já existe.
Em 45 minutos a gente identifica onde a narrativa quebra e o que precisa ser refeito.